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Empresa Gerencial de Projetos Navais abre 140 vagas.

Vagas são para cursos de técnico e auxiliar de projetos navais. O salário-base é de R$ 1.575 e R$ 898, respectivamente.

 

A Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron) abriu concurso público para 140 vagas nos cursos técnicos para técnico de eletrônica, técnico em eletrotécnica, técnico em estruturas navais e técnico em mecânica da Escola Técnica do Arsenal de Marinha (Etam) e para o Curso de Qualificação Básica na Fábrica Almirante Jurandyr da Costa Muller de Campos (Fajcmc).

No site do “Diário Oficial da União”, é possível ver o edital (acesse o edital).

Após a conclusão e comprovação da aprovação nos cursos técnicos, os candidatos serão indicados para preenchimento de vagas no cargo de técnico de projetos navais da Emgepron, considerando essas especialidades. Ao final do Curso de Qualificação Básica e a comprovação da aprovação dos candidatos, serão indicados para provimento de vagas na Emgepron, no cargo de auxiliar de projetos navais, na especialidade de fabricação e montagem ou formação de cadastro reserva.

O salário-base a ser pago será de R$ 1.575 para técnicos de projetos navais e de R$ 898 para auxiliar de projetos navais.
Os candidatos devem possuir como escolaridade mínima o ensino médio completo para o cargo de técnico de projetos navais e ensino fundamental para o cargo de auxiliar de projetos navais.

Será fornecido diploma de técnico e de qualificação básica de nível fundamental a todos os alunos que, ao final do curso, forem aprovados e apresentarem certificado de conclusão do ensino médio para os alunos do curso técnico. As vagas são para a cidade do Rio de Janeiro.
O curso técnico não corresponde ao ensino médio e não dá o direito ao certificado de conclusão do ensino médio. Para se matricular no Curso Técnico, o candidato precisa apresentar comprovante de conclusão do 2º ano do Ensino Médio, devendo continuar cursando em paralelo ao Curso Técnico o Ensino Médio, necessitando apresentar para ser admitido pela Emgepron o certificado de conclusão do ensino médio.

Os cursos técnicos têm duração de 18 meses, no horário das 7h30 às 15h30, de segunda a sexta-feira. O Curso de Qualificação Básica para a Fajcmc tem duração de 4 meses, no horário das 8h às 15, de segunda a sexta. Serão oferecidos aos alunos alimentação (café da manhã e almoço); uniforme e Equipamento de Proteção Individual (EPI); seguro de acidentes pessoais; e atendimento médico e odontológico.

As inscrições serão realizadas no período de 24 de maio a 16 de junho pelo site http://www.seletrix.com.br. O valor da taxa de inscrição será de R$ 35.

A aplicação da prova objetiva está prevista para 30 de junho, no município do Rio de Janeiro.

Veja a descrição dos cargos:
Técnico em Eletrônica – É o profissional com formação técnica, de nível médio, possuidor de conhecimentos teóricos e práticos de eletricidade, eletrônica analógica e digital, eletrônica industrial, instrumentação, automação e informática que o capacitem a executar serviços de planejamento, projeto, produção, instalação e manutenção nas áreas comerciais, industriais e da indústria naval.

Técnico em Eletrotécnica – É o profissional com formação técnica, de nível médio, possuidor de conhecimentos teóricos e práticos que o capacitam a executar serviços nas áreas comercial e industrial, em concessionárias de energia elétrica, empresas de eletrificação, estaleiros e indústria naval, realizando manutenção preventiva e corretiva em máquinas, equipamentos e instalações elétricas, recuperação e aferição de aparelhos de medição, teste e calibragem de sensores, testes estáticos e dinâmicos em máquinas de corrente contínua e alternada, testes de alta tensão, reparo do comando elétrico de sistemas de refrigeração e ventilação, projetos elétricos de sistemas industriais, residenciais e navais.
Técnico em Estruturas Navais – É o profissional com formação técnica, de nível médio, possuidor de conhecimentos teóricos e práticos de fabricação e edificação estrutural, soldagem, corte, ensaios destrutivos e não-destrutivos, pintura e arquitetura naval, cálculo estrutural e informática que o capacitem a executar serviços de planejamento, projeto, produção e controle da qualidade nas áreas de construção e reparo naval, estruturas metálicas e embarcações “OffShore”.
Técnico em Mecânica – É o profissional com formação técnica, de nível médio, possuidor de conhecimentos teóricos e práticos de mecânica, básicos de eletricidade, eletrônica e automação que o capacitem a executar serviços de manutenção, projeto, planejamento e controle da qualidade nas áreas petrolíferas, metalúrgica e naval.
Auxiliar de Projetos Navais na especialidade de Fabricação e Montagem – É o profissional com formação básica qualificada, de nível fundamental, possuidor de conhecimentos teóricos e práticos de desenho técnico, informática, metrologia, máquinas e ferramentas, segurança do trabalho e geometria e álgebra aplicada a problemas técnicos.

Fonte: G1

 

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PREPOM 2013 – Marinha do Brasil

Programa do Ensino Profissional Marítimo para Aquaviários.

Vagas de Nível Médio para: Técnico em Eletrotécnica e Técnico em Segurança do Trabalho.

Confira: http://goo.gl/Op9Sk

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Confira os últimos concursos com vagas para nível técnico em Fortaleza

Concurso SERPRO

Vaga para Técnico em Segurança do Trabalho (Cadastro de reserva): Inscrições de 07 a 27 de março

Salário: R$ 2.034,01 + gratificação de R$ 305,10

Edital:

http://goo.gl/qMDap

Concurso Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Ceará

4 Vagas para Técnico em Edificações – Inscrições de 12/03/13 a 07/04/2013

Salário: R$ 1.800,00

Edital: http://goo.gl/K4eaQ

 

Concurso Cagece

Vagas para :

Segurança do Trabalho: 2
Salário: R$ 1946,49

Edificações: 11
Salário: R$ 2.189,63

 

Eletrotécnica: 2
Salário: R$ 2.189,63
Contabilidade: 4
Salário: R$ 2.189,63

Edital: http://goo.gl/mXTnh

 

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Lições da Olimpíada para sua carreira

Na vitória ou na derrota, os atletas que competem em Londres deixam mensagens que ultrapassam a barreira dos anéis olímpicos. Lições do esporte podem ser aplicadas ao mundo corporativo quando o objetivo é consolidar uma carreira de sucesso. Confira três exemplos dos Jogos Olímpicos que podem ser levados para a vida profissional:

Dedicação constante

A dedicação contínua é a condição essencial para se tornar um vencedor. “Essa é uma das principais mensagens transmitidas pelo esporte”, diz Renato Miranda, especialista em psicologia do esporte e autor do livro “Construindo um Atleta Vencedor”.

Um dos exemplos mais claros é a rotina exaustiva de treinos do nadador americano Michael Phelps, que se tornou o maior vencedor da história dos Jogos Olímpicos, e somou sua décima nona medalha. Para chegar ao topo, o americano enfrenta há vários anos treinos pesados de mais de 12 mil metros de natação por dia, além de musculação e exercícios específicos dentro e fora d’água.

O sucesso na carreira profissional também não ocorre da noite para o dia. “Estamos em uma cultura imediatista, em que as pessoas buscam sucesso rápido”, diz Cesar Kaghofer, representante da Dale Carnegie Training no Brasil.

De acordo com ele, da mesma forma que o atleta tem que treinar muito até conseguir a medalha de ouro, o profissional precisa amadurecer na função antes conquistar uma promoção, por exemplo. “É preciso ficar pelo menos de 1 a 2 anos em uma empresa para ter resultados”, diz Kaghofer.

Cumprir regras

A Federação Mundial de Badminton (BWF) excluiu oito atletas acusadas de tentarem perder jogos propositalmente para enfrentarem adversários mais fáceis no mata-mata da modalidade feminina nos Jogos Olímpicos de Londres. Entre as expulsas, está a dupla número 1 do mundo, formada pelas chinesas Wang Xiaoli e Yu Yang. Foi a busca pelo caminho mais fácil que resultou na má conduta das atletas durante a competição. Não houve perdão. “Aquele que vai pelo caminho tortuoso, cedo ou tarde vai fracassar”, diz Renato Miranda.

Jogar limpo também é primordial para ter sucesso dentro de uma empresa. “Ainda é comum encontrar pessoas que buscam atalhos no mundo corporativo”, diz Kaghofer. Optar pelo caminho mais curto nem sempre é a melhor opção. “O trabalho só vai ficar mais fácil, quando o profissional souber fazer e, muito bem, a parte mais difícil”, diz o representante da Dale Carnegie Training no Brasil. Além disso, diz Kaghofer, bons profissionais geralmente não trabalham com quem busca atalhos.

Fracasso faz parte

“A metáfora é a da montanha-russa: às vezes, se está por cima e, às vezes, por baixo”, diz Miranda. Mesmo com treinamento, dedicação e esforço, não é possível vencer sempre. O brasileiro Diego Hypólito, 17 vezes medalha de ouro no Mundial de ginástica artística, sabe disso. Um erro de cálculo na sua apresentação individual em Londres o levou ao chão e o deixou de fora da final da competição. Com os olhos marejados e cabisbaixo, o atleta admitiu o fracasso e pediu desculpas pelo erro.

De acordo com Renato Miranda, o primeiro passo é reconhecer que altos e baixos são inerentes a qualquer trajetória. “Quanto mais preparação, mais é possível avaliar isso”, diz. Cesar Kaghofer concorda. “Só não tem fracassos quem não se esforça o suficiente”, afirma.
Assumir a culpa e buscar corrigir os erros é a melhor forma de lidar com esse aspecto muitas vezes amargo do jogo. Saber aguentar a pressão, controlar o estresse e ansiedade são dicas de ajudam a errar menos. “Essa capacidade é o que vai definir que as quedas sejam em menor número”, diz Miranda.